Boa madrugada meus amores e
minhas amoras... o contador está quase zerando, pois o tão esperado 4 de
setembro estará já já batendo na porta da Sereia e ai será pegar as malas e
atravessar o oceano, mas não será nadando, a Sereia usará suas asas mágicas da TAP *risos*. Lhes confesso que estão sendo dias de intenso trabalho meu povo e minhas povas, mal estou podendo
responder aos amigos (o que não é novidade *gargalhadas*), mas sei que quem é amigo da sereia de verdade entende. E, quando o dia 4 chegar vou esquecer do trabalho e da trabalheira, afinal ralo
anualmente 11 meses para poder fazer de 30 dias 1 ano inteiro (entenderam?). E, como sempre vou deixar uma
festinha rolando, pelo segundo ano consecutivo acontecerá no Salão do Folhas, onde pretendo e
espero reunir todos àqueles que veem compartilhando dia após dia meus momentos
de alegrias e de tristezas: OS AMIGOS, como sempre digo, sei que são POUCOS,
mas BONS, pois quem me conhece sabe que sempre primei pela qualidade, porque
quantidade é só um número e nada mais. E porque a Sereia abrir as portas do Salão hoje? simples, pois já dá para sentir o cheirinho de setembro no ar e logo depois de amanhã, dia 1º teremos uma fadinha fazendo primavera... O que a Sereia quis dizer? Quer saber?
BASTA CLICAR NO CONVITE ABAIXO E SE DEIXAR LEVAR PARA O MUNDO DA FANTASIA, MAS ANTES LEIA O POST ATÉ O FIM... Eita Sereia pidona *gargalhadas mil*

Um homem morava
numa cidade grande e trabalhava numa fábrica. Todos os dias ele pegava o ônibus
das 6:15h e viajava cinqüenta minutos até o trabalho. À tardinha fazia a mesma
coisa voltando para a casa.
No ponto seguinte
ao que o homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na
janela. Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando
alguma coisa para fora do ônibus.
Um dia, o homem
reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa.
Certa vez o homem
sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:
- Bom dia,
desculpe a curiosidade, mas o que a senhora está jogando pela janela?
- Bom dia,
respondeu a velhinha. - Jogo sementes.
- Sementes?
Sementes de que?
- De flor. É que
eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia.
E gostaria de
poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom.
- Mas a senhora
não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros,
devoradas pelos passarinhos. A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na
beira da estrada?
- Acho, meu filho.
Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e
com o tempo vão brotar.
- Mesmo assim,
demoram para crescer, precisam de água.
- Ah, eu faço
minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não
jogar as sementes, as flores nunca vão nascer.
Dizendo isso, a
velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu "trabalho". O
homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio
"caduca".
O tempo passou...
Um dia, no mesmo
ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto, olhou para fora e viu
margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias. A
paisagem estava colorida, perfumada e linda.
O homem lembrou-se
da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que
conhecia todo mundo.
- A velhinha das
sementes? Pois é, morreu de pneumonia no mês passado.
O homem voltou
para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela. "Quem
diria, as flores brotaram mesmo", pensou. "Mas de que adiantou o
trabalho da velhinha? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda".
Nesse instante, o
homem escutou uma risada de criança. No banco da frente, um garotinho apontava
pela janela entusiasmado: Olha mãe, que lindo, quanta flor pela estrada. Como
se chamam aquelas azuis?
Então, o homem
entendeu o que a velhinha tinha feito. Mesmo não estando ali para contemplar as
flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado
um presente maravilhoso para as pessoas. No dia seguinte, o homem entrou no
ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso.
"Se não houver frutos, valeu a beleza das flores. Se não houver flores, valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas, valeu a intenção da semente."
É meus amores e minhas amoras...
a dor do parto dói...
Mesmo assim vou partir *gargalhadas*
ATÉ OUTUBRO!
























