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domingo, 2 de agosto de 2015

A VERDADEIRA RIQUEZA... E TUDO ACABA EM POESIA...

Bom dia meus amores e  minhas amoras, mais uma semana chegando em nossas vidas e mais um agosto vamos viver. Diz o ditado popular ser este o mês do desgosto, não creio, pois o nosso livre arbítrio é quem decide pelo bom e pelo mau, as conseqüências, responsabilidade nossa. E este mês para mim é sempre de expectativa e arrumações, pois antecede o mês que euzinha mais aguardo anualmente, meu setembro de férias, momento em que a Sereia cria asas e voa para sua segunda pátria do coração: Portugal, onde recarrego as baterias, para continuar levando o pesado fardo por mais 11 meses. E para finalizar este rabiscado domingueiro, pois minha piscina de “prástico” me aguarda e o sol está brilhante como nunca *risos*, deixo-vos a nossa Reflexão da Semana e não esqueçam de continuar poetizando minha gente e gentas? Sim, basta clicar aqui no Ostra da Poesia e participar da votação que lá está ocorrendo por conta do 10º Pena de Ouro, lembrando que hoje a meia noite se encerra a votação da semifinal:
Um dia um pai de família rica levou o seu filho para viajar para o interior com o firme propósito de mostrar quanto as pessoas podem ser pobres. Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de uma família pobre.
Quando regressaram da viagem o pai perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
- Muito boa pai!
- Viste como as pessoas pobres podem ser? – perguntou o pai.
- Sim.
- E o que aprendeste? – perguntou o pai
O filho respondeu:
- Eu vi que nós temos um cachorro em casa e eles têm vários. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com luz, eles têm as estrelas e a lua. Nosso quintal vai até ao portão da entrada, eles têm uma floresta inteira.
Quando o rapaz estava acabar de responder, seu pai ficou estupefato. O filho acrescentou:
- Obrigado pai, por me mostrares o quanto “pobres” nós somos!
Tudo o que temos depende da maneira como olharmos para as coisas. Se temos amor, amigos, saúde, bom humor e atitudes positivas para com a vida, temos tudo!
  Se somos “pobres de espírito”, não temos nada.
Conheci uma pessoa que era tão pobre, mas tão pobre que só tinha dinheiro.
Uma Semana para todos com muita
“RIQUEZA”
E não deixem de visitar a nossa Ilha do Amor -  pois hoje o 6º Barco do Sentimento zarpou do pier. Muito amor e sedução. Doce pecado.

sábado, 25 de julho de 2015

MINHA JANELA... NOSSA POESIA...

Boa tarde coisas lindas da blogosfera que a Sereia ama, ama de paixão... Poucos, mas bons *risos* - Os dias vão passando, coisas acontecendo, sejam boas ou não, o importante é lembrar que a vida não para e o mundo não vai parar jamais de girar mesmo que você fique parado.... Então adelante, porque a caravana passa e a Sereia nada *gargalhadas*, lembrando sempre que sorrir em efetivo é e sempre será o melhor remédio, mesmo que um cristal de lágrima teime em querer rolar em sua face. E mudando de assunto - Vamos que vamos continuar poetizando minha gente e gentas? Sim, basta clicar aqui no Ostra da Poesia e participar da votação que lá está ocorrendo por conta do 10º Pena de Ouro e, estamos na Semifinal, puro frisson, você vai ficar fora dessa? - Recadinhos dados, como sempre encerro com uma reflexão sereidiana *risos*:
Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria de um grande hospital. O cômodo era bastante pequeno e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte do seu tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes (algo a ver com a drenagem de fluido de seus pulmões). Sua cama ficava perto da janela. O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima. Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado em posição sentada, ele passava o tempo descrevendo o que via lá fora.
A janela aparentemente dava para um parque onde havia um lago. Havia patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, e havia flores, gramados e jogos de bola. E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.
O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre como uma criança quase caiu no lago e sobre como as garotas estavam bonitas em seus vestidos de verão. As descrições do seu amigo eventualmente o fizeram sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora…
Então, em uma bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento: Por que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo? Por que ele não podia ter essa chance? Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança. Faria qualquer coisa!
Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando, suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover… mesmo quando o som de respiração parou.
De manhã, a enfermeira encontrou o outro homem morto e, silenciosamente, levou embora o seu corpo. Logo que pareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então colocaram-no lá, aconchegaram-no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável.
No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade e sentindo muita dor, e olhou para fora da janela. Viu apenas um muro…
“A vida é, sempre foi e sempre será, 
aquilo que nós a tornamos.”
E assim é a vida meus Ilheiros.
Tudo depende da janela, através da qual
observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique
se você fez alguma coisa para contribuir.
Verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo,
para nossa própria casa, para dentro
de nós mesmos.

domingo, 19 de julho de 2015

CALMA E SERENIDADE, ESTE É O ELIXIR DO VIVER BEM... E ENQUANTO ISSO VAMOS POETIZANDO!

Boa madrugada meus amores e minhas amoras, como sabem sou a lady sereia das madrugadas *gargalhadas*, isso por imposição do meu trabalho, sempre tenho hora pra sair de casa, nunca para chegar. Apareço nas ondas enquanto parte do mundo dorme e espero encontrar todos bem e na PAZ. Os últimos dias foram de muito trabalho, de tristezas e alegrias, mas, aqui só falo de alegrias e, uma das coisas boas que vem acontecendo é o evento do 10º Pena de Ouro que está a todo vapor, claro, como sempre tem os altos e baixos, a galera votando no lugar errado e por ai vai, só que tudo sai na u.... *risos* - O que importa é se interagir. Por isso estou esperando todos lá no Ostra da Poesia e amanhã se encerra a fase das eliminatória ainda dá tempo votar... Vão que Vão!!! E não deixem também de visitar a nossa Ilha do Amor -  pois hoje o 5º Barco do Sentimento zarpou do pier. Vão lá conferir, está transbordando de sentimento e homenagem da nossa nova colaboradora. Agora deposito meu beijo estalado e meu abraço arrochado nas minhas preciosidades nautas que me mimam e deixam recados tão carinhosos e, claro deixo a minha "reflexãozinha" semanal:
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar o fundamento zen aos jovens.
 Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.
O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
– Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
– A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
– O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
 As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir...

sábado, 11 de julho de 2015

VAPT... VUPT.... A ILHA ESTA SE MUDANDO... ONDE? QUANDO? PORQUE?... VAMOS QUE VAMOS!!!

Negrada linda do coração meu, passando correndo... VIXE E SEREIA CORRE??? *risos*, pois então passando nadando *gargalhadas*, rapidim e depressa só para avisar que durante os próximos dias a Ilha vai respirar poesia, vamos melodiar em versos e prosas... compareçam, prestigiem, vamos abraçar os blogueiros e blogueiras construtores de palavras que aceitaram brincar no Ostra da Poesia. Sim, uma brincadeira, um mergulho apaixonante na poesia e uma interação ímpar, qual é sempre meu desejar quando inauguro um evento e, desta feita acontecerá mais um Pena de Ouro, sua 10ª Edição... E sem mais blá blá blá e disse me disse CLIQUEM NO CONVITE ABAIXO e se deliciem
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sábado, 4 de julho de 2015

VAMOS CONSTRUIR PONTES?... VAMOS POETIZAR?...

Boa tarde meus amores e minhas amoras... Admirados em vê a Sereia navegando em plena tarde né? realmente é estranho, como uma Sereia das madrugadas está mergulhando com o sol a pino? *risos* - Pois é meus amados como se aproxima a abertura de mais uma Pena de Ouro, esta sereia cibernética e apaixonada pela blogosfera está aproveitando esta folguinha (milagre *gargalhadas*) e arrumando nosso Salão Pérolas para receber o povo amado fã da Poesia e não só isso, hoje o 4º Barco do Sentimento zarpou do pier da nossa Ilha do Amor - Vão lá conferir, está transbordando de sentimento a nossa nova colaboradora. Bem, o recadinho já foi dado e espero todos no Ostra da Poesia no próximo sábado, dia 11 de julho para juntos fazermos uma ciranda e brindarmos a poesia, vem que tem, na Ilha sempre tem *gargalhadas mil* - E agora nosso momento de reflexão. Leiam e Pensem e depois hajam!
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito.
O que começou com um pequeno mal-entendido, explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
– Estou procurando trabalho. Sou carpinteiro. Talvez você tenha algum serviço para mim.
Disse-lhe o fazendeiro:
– Sim, claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.
– Acho que entendo a situação - disse o carpinteiro. – Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
 O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.
O homem ficou ali, trabalhando o dia inteiro.
 Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez da cerca, uma ponte foi construída ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido:
– Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei!
Mas, ao olhar novamente para a ponte, viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Mas permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou:
– Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse.
De repente, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se no meio da ponte.
O carpinteiro começou a fechar a sua caixa de ferramentas.
– Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você!
E o carpinteiro respondeu:
– Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir...
Como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e construíssemos pontes com nossos maridos, esposas, pais, filhos, irmãos, familiares, amigos, colegas de trabalho e principalmente nossos inimigos... Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de mágoas e mal-entendidos. Deixemos isso de lado. Ninguém é perfeito. Mas alguém tem que dar o primeiro passo...
R E C A D I N H O S