Essa página pode demorar um século para carregar, mesmo que você tenha conexão de banda larga. A não ser que você tenha uma conexão de 10 Mega pra cima, ou more no Japão! Huhuahuhaha... Mas tenha paciência, afinal você passou 9 meses para nascer :-) E quando abrir verás que valeu a pena esperar :-)

♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥

Traductor
English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
AQUI VOCÊ ENCONTRA O QUE ACONTECEU, ESTÁ ACONTECENDO OU VAI ACONTECER NA ILHA - É SÓ CLICAR NOS SELOS ABAIXO E CONFERIR - VAI PERDER?
0 0 0

sábado, 25 de julho de 2015

MINHA JANELA... NOSSA POESIA...

Boa tarde coisas lindas da blogosfera que a Sereia ama, ama de paixão... Poucos, mas bons *risos* - Os dias vão passando, coisas acontecendo, sejam boas ou não, o importante é lembrar que a vida não para e o mundo não vai parar jamais de girar mesmo que você fique parado.... Então adelante, porque a caravana passa e a Sereia nada *gargalhadas*, lembrando sempre que sorrir em efetivo é e sempre será o melhor remédio, mesmo que um cristal de lágrima teime em querer rolar em sua face. E mudando de assunto - Vamos que vamos continuar poetizando minha gente e gentas? Sim, basta clicar aqui no Ostra da Poesia e participar da votação que lá está ocorrendo por conta do 10º Pena de Ouro e, estamos na Semifinal, puro frisson, você vai ficar fora dessa? - Recadinhos dados, como sempre encerro com uma reflexão sereidiana *risos*:
Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria de um grande hospital. O cômodo era bastante pequeno e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte do seu tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes (algo a ver com a drenagem de fluido de seus pulmões). Sua cama ficava perto da janela. O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima. Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado em posição sentada, ele passava o tempo descrevendo o que via lá fora.
A janela aparentemente dava para um parque onde havia um lago. Havia patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, e havia flores, gramados e jogos de bola. E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.
O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre como uma criança quase caiu no lago e sobre como as garotas estavam bonitas em seus vestidos de verão. As descrições do seu amigo eventualmente o fizeram sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora…
Então, em uma bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento: Por que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo? Por que ele não podia ter essa chance? Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança. Faria qualquer coisa!
Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando, suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover… mesmo quando o som de respiração parou.
De manhã, a enfermeira encontrou o outro homem morto e, silenciosamente, levou embora o seu corpo. Logo que pareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então colocaram-no lá, aconchegaram-no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável.
No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade e sentindo muita dor, e olhou para fora da janela. Viu apenas um muro…
“A vida é, sempre foi e sempre será, 
aquilo que nós a tornamos.”
E assim é a vida meus Ilheiros.
Tudo depende da janela, através da qual
observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique
se você fez alguma coisa para contribuir.
Verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo,
para nossa própria casa, para dentro
de nós mesmos.

domingo, 19 de julho de 2015

CALMA E SERENIDADE, ESTE É O ELIXIR DO VIVER BEM... E ENQUANTO ISSO VAMOS POETIZANDO!

Boa madrugada meus amores e minhas amoras, como sabem sou a lady sereia das madrugadas *gargalhadas*, isso por imposição do meu trabalho, sempre tenho hora pra sair de casa, nunca para chegar. Apareço nas ondas enquanto parte do mundo dorme e espero encontrar todos bem e na PAZ. Os últimos dias foram de muito trabalho, de tristezas e alegrias, mas, aqui só falo de alegrias e, uma das coisas boas que vem acontecendo é o evento do 10º Pena de Ouro que está a todo vapor, claro, como sempre tem os altos e baixos, a galera votando no lugar errado e por ai vai, só que tudo sai na u.... *risos* - O que importa é se interagir. Por isso estou esperando todos lá no Ostra da Poesia e amanhã se encerra a fase das eliminatória ainda dá tempo votar... Vão que Vão!!! E não deixem também de visitar a nossa Ilha do Amor -  pois hoje o 5º Barco do Sentimento zarpou do pier. Vão lá conferir, está transbordando de sentimento e homenagem da nossa nova colaboradora. Agora deposito meu beijo estalado e meu abraço arrochado nas minhas preciosidades nautas que me mimam e deixam recados tão carinhosos e, claro deixo a minha "reflexãozinha" semanal:
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar o fundamento zen aos jovens.
 Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.
O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
– Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
– A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
– O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
 As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir...

sábado, 11 de julho de 2015

VAPT... VUPT.... A ILHA ESTA SE MUDANDO... ONDE? QUANDO? PORQUE?... VAMOS QUE VAMOS!!!

Negrada linda do coração meu, passando correndo... VIXE E SEREIA CORRE??? *risos*, pois então passando nadando *gargalhadas*, rapidim e depressa só para avisar que durante os próximos dias a Ilha vai respirar poesia, vamos melodiar em versos e prosas... compareçam, prestigiem, vamos abraçar os blogueiros e blogueiras construtores de palavras que aceitaram brincar no Ostra da Poesia. Sim, uma brincadeira, um mergulho apaixonante na poesia e uma interação ímpar, qual é sempre meu desejar quando inauguro um evento e, desta feita acontecerá mais um Pena de Ouro, sua 10ª Edição... E sem mais blá blá blá e disse me disse CLIQUEM NO CONVITE ABAIXO e se deliciem
0

sábado, 4 de julho de 2015

VAMOS CONSTRUIR PONTES?... VAMOS POETIZAR?...

Boa tarde meus amores e minhas amoras... Admirados em vê a Sereia navegando em plena tarde né? realmente é estranho, como uma Sereia das madrugadas está mergulhando com o sol a pino? *risos* - Pois é meus amados como se aproxima a abertura de mais uma Pena de Ouro, esta sereia cibernética e apaixonada pela blogosfera está aproveitando esta folguinha (milagre *gargalhadas*) e arrumando nosso Salão Pérolas para receber o povo amado fã da Poesia e não só isso, hoje o 4º Barco do Sentimento zarpou do pier da nossa Ilha do Amor - Vão lá conferir, está transbordando de sentimento a nossa nova colaboradora. Bem, o recadinho já foi dado e espero todos no Ostra da Poesia no próximo sábado, dia 11 de julho para juntos fazermos uma ciranda e brindarmos a poesia, vem que tem, na Ilha sempre tem *gargalhadas mil* - E agora nosso momento de reflexão. Leiam e Pensem e depois hajam!
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito.
O que começou com um pequeno mal-entendido, explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
– Estou procurando trabalho. Sou carpinteiro. Talvez você tenha algum serviço para mim.
Disse-lhe o fazendeiro:
– Sim, claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.
– Acho que entendo a situação - disse o carpinteiro. – Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
 O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.
O homem ficou ali, trabalhando o dia inteiro.
 Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez da cerca, uma ponte foi construída ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido:
– Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei!
Mas, ao olhar novamente para a ponte, viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Mas permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou:
– Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse.
De repente, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se no meio da ponte.
O carpinteiro começou a fechar a sua caixa de ferramentas.
– Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você!
E o carpinteiro respondeu:
– Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir...
Como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e construíssemos pontes com nossos maridos, esposas, pais, filhos, irmãos, familiares, amigos, colegas de trabalho e principalmente nossos inimigos... Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de mágoas e mal-entendidos. Deixemos isso de lado. Ninguém é perfeito. Mas alguém tem que dar o primeiro passo...

domingo, 28 de junho de 2015

A POESIA E O AMOR... A ILHA NAVEGA POR AI...

Boa madrugada criaturos e criaturas deste mundo encantado chamado net - Doce madrugada em madrigal poesia para todos. Nossa como estou filosoficamente poética *risos* - E porque será? Quem caminha com a Ilha desde sempre já sabe que falar em poesia cheira a Ostra no ar *gargalhadas*. Pois é isso mesmo, o Ostra da Poesia em sua 10ª Edição do Pena de Ouro será o evento da vez da minha Ilha, que como sabem não consegue ficar parada, afinal a blogosfera não para, nem a Ilha também *gargalhadas mil*. E tem mais, após o término do Pena de Ouro a Ilha já está preparando a festa das aniversariantes de setembro, um evento clássico da Ilha, que dá o pontapé para as minhas sagradas férias. E em assim sendo espero por todono Ostra da Poesia, para querendo participar com uma poesia de sua autoria, ou participar como votante, para ir até lá basta clicar no convite abaixo:
OSTRA DA POESIA
Mas calmaaaaaaaaaaa!!!
 antes leiam o recado da Semana da Ilha e façam uma reflexão...
O dono de um pequeno comércio, amigo do poeta Olavo Bilac (1865-1918), uma das maiores figuras do parnasianismo brasileiro, abordou-o na rua: Senhor Bilac, preciso vender meu sitio, aquele que o senhor conhece tão bem. Será que poderia redigir um anúncio para o jornal?
Bilac apanhou o papel e escreveu:
"Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranquila das tardes na varanda".
Meses depois, Bilac voltou a encontrar o homem e perguntou se havia vendido o sitio.
– Nem pensei mais nisso, respondeu ele. – Quando li o anúncio percebi a maravilha que tinha. Às vezes desprezamos as coisas boas que possuímos e vamos atrás da miragem de falsos tesouros.
Olhe em sua volta, valorize o que tem, as pessoas amadas, os amigos com os quais pode de fato contar, o conhecimento que adquiriu, sua boa saúde e as belezas da vida, que são verdadeiramente seu mais precioso tesouro.
Refletiram? realmente o texto dá o que pensar. Então estamos conversado e estou esperando por vocês no Ostra. Ah! espero por vocês também na Ilha do Amor - pois temos um novo Barco do sentimento zarpando.
R E C A D I N H O S