Queridos e queridas, crianças e crionças, povos e povas,
enfim nação blogueira em geral os últimos dias parece que carreguei
pedras nas costas e fui chicoteada no tronco. Um tanto melodramática me apresento, mas é vero e, creio que não foi muito diferente com quem por aqui passar diante do que vem acontecendo neste mundo de mô Deus... Mas só que nunca fui de lamúrias e lamentos, neste
mais de meio século passando por esta vida efêmera sempre
(mesmo que demore) ergui a cabeça, levantei a poeira e dei a volta por cima e,
assim a vida continua e a ESPERANÇA realmente é a última que fenece, pelo menos em mim. E vos deixo uma reflexão que vez por outra passo os olhos e, claro tento praticar o seu ensinamento:
Mestre, como faço
para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que
caluniam.
- Pois viva como
as flores!, advertiu o mestre.
- Como é viver
como as flores?, perguntou o discípulo.
- Repare nestas
flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. Elas
nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo
malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da
terra manche o frescor de suas pétalas.
É justo
angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos
outros o importunem. Os defeitos deles, são deles, e não seus. Se não são seus,
não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a
virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.

















